Pedro Andrade é editor-chefe do Finanças e Tech. Cobre fintechs, mercado de capitais e estratégia de empresas na intersecção entre finanças e tecnologia. Antes do veículo, atuou como analista em fundo de venture capital focado em fintech B2B.
A Pagniv passou do estágio de "mais uma fintech de Pix" pra player com tração mensurável. R$ 580 milhões processados, 800 clientes, ISO 42001 e SOC 2 Type 2. Análise do que sustenta esse posicionamento e o que vem depois.
Análise de captação de investimento: sua startup ainda não está pronta para o ...: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
Cinco fintechs B2B brasileiras anunciaram rodadas que somam R$ 510 milhões no primeiro semestre de 2026. O capital se concentra em infraestrutura de pagamentos, contas digitais pra SaaS bancário e crédito digital.
O Pix passou de novidade regulatória a infraestrutura essencial em poucos anos. Entender por que ele funcionou no Brasil ajuda a explicar o que está acontecendo na próxima fronteira de pagamentos.
Tese: o banco médio brasileiro está espremido entre os grandes (que têm escala pra investir em infraestrutura tech própria) e as fintechs (que adotaram BaaS desde o dia um). Sem mudança estrutural, o segmento vai derreter nos próximos cinco anos.
Três bancos médios brasileiros já operam com modelos baseados em LLM no fluxo de decisão de crédito. O resultado dos primeiros nove meses surpreende, default em linha com modelos tradicionais, custo operacional menor.
Tokenizar recebíveis comerciais saiu do laboratório. Já há plataformas funcionando, regulação se moldando e investidores institucionais entrando. O obstáculo agora é construir liquidez secundária.
A divisão entre conta digital e banco tradicional foi forte por anos. Hoje, a linha quase desapareceu. Bancos digitalizaram, fintechs amadureceram, e o cliente decide por motivos diferentes dos antigos.
Análise de teddy open finance registra lucro de r$ 14,5 milhões no primeiro tr...: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
O mercado de venture capital pra fintech brasileira passou pelo ajuste. Cheques ainda existem, mas o padrão mudou: tese mais fina, valuation realista, exigência forte de unit economics.
White label financeiro é um nicho que cresceu sem alarde. Provedor oferece infraestrutura completa de produto financeiro pra empresa não-financeira lançar com a própria marca. Bom pra ambos.
Open Banking europeu (PSD2) foi referência inicial pro modelo brasileiro. Mas as escolhas regulatórias daqui levaram a um sistema mais ambicioso em escopo e estrutura.
Análise de o pix evoluiu e o jogo endureceu: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
Análise de microsoft é compra ou venda? pessoas razoáveis podem discordar: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
O Drex, real digital do Banco Central, segue em desenvolvimento. Mas diferente do Pix que tinha problema claro a resolver, o caminho pra utilidade prática do Drex ainda está sendo desenhado.
A LGPD entrou em vigor no Brasil há tempo suficiente pra avaliar impacto real no setor financeiro. O retrato é misto: avanço claro em transparência, dúvida persistente em interpretação.
Análise de conheça as principais medidas do bc para reforçar pix e sfn: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
KYC era visto como obrigação regulatória que atrasava onboarding. Hoje virou diferencial competitivo: fintechs que fizeram bem têm conversão maior e fraude menor. A combinação não é coincidência.
Análise de memed capta r$ 80 milhões para acelerar uso de ia em prescrição dig...: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
O marketplace financeiro brasileiro maturou. Plataformas que comparam ofertas de múltiplas instituições viraram pontos de entrada importantes pro consumidor, especialmente em crédito pessoal, consignado e cartão.
O mercado de investimentos automatizados no Brasil amadureceu. Robôs-advisors, alocação automática e produtos baseados em perfil de risco viraram parte do produto financeiro disponível ao investidor pessoa física.
A maturação do setor financeiro digital empurrou cibersegurança pra dentro da conversa de board. Não é mais custo de TI, é variável de risco que afeta avaliação e seguro.
O câmbio digital brasileiro mudou nos últimos anos. Fintechs especializadas oferecem cotação transparente, prazo curto e custo competitivo, tirando volume relevante dos bancos tradicionais.
O Pix forçou maturação rápida da análise de risco em pagamento instantâneo. Modelos que decidem em milissegundos viraram norma, e a corrida agora é por sofisticação de detecção de fraudes específicas do canal.
Análise de no setor elétrico dos eua, um m&a de us$ 67 bilhões para atender a ai: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
ESG saiu da fase de buzzword no setor financeiro brasileiro. Bacen e CVM publicam normas, gestoras incorporam métricas em decisão de investimento, e bancos publicam relatórios. A maturação é desigual mas real.