Camila Ramos é repórter de IA aplicada e crypto do Finanças e Tech. Acompanha o uso de modelos de linguagem em produtos financeiros, regulação de ativos digitais e tokenização de RWA. É formada em Ciência da Computação com pós em Mercado Financeiro.
Big techs entraram no setor financeiro brasileiro por múltiplos caminhos. Pagamento embarcado, parceria com instituições reguladas, produtos próprios. A relação com bancos e fintechs é simultaneamente de aliança e rivalidade.
O Banking as a Service maturou no Brasil. Não é mais conceito de slide deck: é infraestrutura concreta que SaaS, marketplaces e fintechs verticais usam pra entregar conta, cartão e crédito sem virar instituição financeira.
Análise de com sinal verde do senado, otto lobo assumirá comando da cvm: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
Análise de ia, open finance e pix estarão no centro do fintouch são paulo 2026: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
O setor brasileiro de pagamentos passa por consolidação acelerada. Aquisições, fusões e parcerias estratégicas redesenham o cenário, especialmente nas camadas de adquirência e processamento.
Embedded finance virou estratégia de produto, não mais experimento. SaaS verticais, marketplaces e plataformas integram serviços financeiros nativamente, sem mandar o usuário pra fora.
Educação financeira virou produto digital. Aplicativos, cursos online e plataformas oferecem conteúdo em escala. Mas a tradução em mudança de comportamento ainda é desigual e medida com dificuldade.
Modelos de IA usados em scoring de crédito brasileiro avançaram em precisão e sofisticação. Junto vieram questões sobre viés algorítmico, explicabilidade e regulação que o setor ainda está digerindo.
Análise de bitcoin negocia 'de lado' em us$ 77 mil, mas tem resiliência frente...: contexto histórico, leitura de mercado, comparativos com movimentos recentes do setor e implicações práticas para founders, operadores e investidores em finanças e tech.
O mercado de cartões no Brasil tem volume gigante mas margem pressionada. Pix tira fatia do débito, regulação aperta interchange, e novos modelos de pagamento tentam quebrar o oligopólio tradicional.
O Open Insurance brasileiro entrou em fase operacional. Compartilhamento de dados entre seguradoras com consentimento do cliente abre espaço pra novos modelos de oferta, comparação e portabilidade.
A insurtech brasileira passou da fase de promessa pra fase de produto real. Microsseguro, seguro embarcado em e-commerce e cobertura para freelancers começam a movimentar volume relevante.
O crédito digital brasileiro consolidou uma camada de fintechs que aprenderam a precificar risco com dados que o sistema bancário tradicional não usa. Resultado: público novo, taxa mais alinhada e produto que melhorou.
Antifraude em tempo real virou commodity entre fintechs brasileiras. Toda transação passa por modelo de risco em milissegundos. Diferença competitiva agora está em quão refinado é o modelo, não em ter um.
Sandbox regulatório brasileiro saiu do experimento. Bacen, CVM e SUSEP usam o instrumento pra testar produtos novos em escala limitada antes de criar regra geral. A abordagem moldou várias políticas.
O Open Finance brasileiro avançou da fase regulatória pra uso real. Fintechs estão construindo produtos em cima dos dados compartilhados, e o mercado começa a ver onde o conceito gera valor concreto.
O Banco Central regulamentou esta semana a emissão e custódia de Certificados de Recebíveis do Agronegócio tokenizados. É o primeiro framework formal pra RWA no Brasil. Mercado secundário com fracionamento entra em vigor em agosto.
O SaaS B2B financeiro brasileiro consolidou tese. Plataformas que entregam gestão de fluxo de caixa, conciliação, antecipação e crédito pra PME viraram parte da pilha tecnológica padrão dessas empresas.
Gestoras quantitativas brasileiras começaram a incorporar LLMs no fluxo de análise. Não é trading direto, é processamento de relatórios, transcripts de call e notícias em escala. O ganho é tempo e cobertura, não alpha direto.
RWA virou tese de investimento séria. No Brasil, a entrada está se dando por gestoras tradicionais e fintechs reguladas, não pelo ecossistema cripto-nativo que originalmente desenvolveu o conceito.